Em Ser católico ou ser conservador: a fidelidade como resposta – Volume II, o autor aprofunda a tese iniciada no primeiro livro, demonstrando que a relação entre a Igreja Católica e o pensamento conservador não é circunstancial nem ideológica, mas estrutural, histórica e teológica.
Longe de apresentar o conservadorismo como um movimento político importado para dentro da fé, a obra sustenta que muitos dos ideais hoje associados ao pensamento conservador, a centralidade da verdade objetiva, a primazia da lei moral, o valor da tradição, a estabilidade das instituições, a defesa da família, da ordem e da hierarquia, só se tornaram possíveis porque, antes de qualquer escola filosófica moderna, a própria Igreja Católica já os havia incutido na consciência da civilização ocidental por meio de sua doutrina, de sua liturgia e de seu magistério.
Ao longo dos capítulos, o autor demonstra como a Igreja foi, durante séculos, a grande formadora da cultura, da ética pública e do sentido de responsabilidade moral das sociedades. O pensamento conservador, nesse sentido, não nasce contra a Igreja nem à margem dela, mas como um desdobramento secular de princípios que já estavam inscritos na fé cristã: a noção de pecado e redenção, a necessidade de conversão, o respeito à lei natural, a transmissão fiel do que foi recebido.
O eixo central da obra é a noção de fidelidade.
| Number of pages | 470 |
| Edition | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Binding | Paperback w/ flaps |
| Colour | Black & white |
| Paper type | Coated Silk 90g |
| Language | Portuguese |
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