Quando a infecção termina, muitos pacientes não voltam ao normal. Fadiga intensa, falta de ar, palpitações, dor difusa, “brain fog”, intolerância ao esforço e recaídas imprevisíveis podem persistir por semanas ou meses, mesmo com exames aparentemente normais. É nesse ponto que a clínica começa — e a medicina moderna frequentemente se perde entre o excesso de investigação e a falta de método.
Infectologia: A Clínica do Pós-Infeccioso é uma obra de reflexão clínica e ética para médicos e profissionais da saúde que precisam decidir sem diretrizes claras em cenários de sintomas persistentes. O livro organiza o raciocínio do pós-infeccioso com foco em triagem de risco, sinais de alarme, exame físico estratégico, solicitação racional de exames e construção de um plano de seguimento que proteja o paciente da negligência e da iatrogenia.
Com linguagem direta e aplicável, aborda fadiga pós-infecciosa, disautonomia e POTS, dispneia persistente, dor torácica e palpitações, alterações cognitivas, dor musculoesquelética e retorno ao trabalho, sempre com um princípio central: acompanhar função, não apenas sintomas. A proposta é oferecer previsibilidade clínica, comunicação honesta e cuidado sustentado no tempo — quando controlar não equivale a curar e quando a responsabilidade não pode ser terceirizada ao laboratório.
| Número de páginas | 252 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Uncoated offset 90g |
| Idioma | Portugués |
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