Desde os primeiros dias da redenção, Deus tem inscrito em sua narrativa um padrão irresistível de graça, julgamento e proteção: o sangue como sinal de vida, libertação e pertença. Na noite em que o Senhor passou pelo Egito, o sangue do cordeiro aspergido nas portas salvou os filhos de Israel da morte e simultaneamente pronunciou juízo sobre os primogênitos da terra opressora. A história não é apenas um evento antigo; ela é a linguagem inicial de um drama redentor que culmina em Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
O que nos impressiona nessa narrativa é a simplicidade e, ao mesmo tempo, a profundidade do ato: o anjo da morte não entrou nas casas marcadas. Não importava a condição social, o conhecimento religioso ou a moralidade dos moradores; a eficácia do sangue dependia de Deus e apenas de Deus. Esse princípio lança luz sobre o que Paulo e João revelam no Novo Testamento: a obra do sangue de Cristo não é condicionada por méritos humanos, mas é aplicada soberanamente pelo Espírito Santo, garantindo a justificação, a libertação e o selo do novo nascimento.
Este estudo pretende demonstrar, de maneira rigorosa e metodológica, que a conexão entre o sangue do cordeiro no Egito e o sangue do Cordeiro de Deus não é figurativa ou superficial. Ao contrário, ela é teológica, hermenêutica e pastoralmente vital. Cada passagem, desde Colossenses 1:13 até João 6, Filipenses 2 e Lucas 24, revela que a obra de Cristo é o cumprimento definitivo da Páscoa antiga. ....
| Número de páginas | 76 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa blanda (con solapas) |
| Coloración | Blanco y negro |
| Tipo de papel | Estucado Mate 90g |
| Idioma | Portugués |
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