Todo livro começa muito antes da primeira página.
Começa em silêncios.
Em noites mal dormidas.
Em pensamentos que insistem em voltar quando o mundo já deveria estar quieto.
As crônicas não nasceram de uma decisão.
Nasceram de um incômodo.
Uma vontade estranha de transformar sentimentos em palavras, como se escrever fosse uma forma de organizar o caos que vive dentro da gente.
Algumas dessas histórias nasceram de lembranças.
Outras de perguntas que nunca tiveram resposta.
E algumas… nasceram simplesmente porque o silêncio já não cabia mais.
Escrever crônicas é uma atividade curiosa.
Às vezes parece confissão.
Às vezes parece vingança.
Às vezes parece apenas um sussurro para quem estiver disposto a ouvir.
Quem lê pode encontrar nelas amor, ironia, saudade, mistério…
Mas quem escreve sabe a verdade.
Cada crônica é um pedaço de vida disfarçado de literatura.
E agora que você abriu este livro, talvez esteja prestes a descobrir algo curioso.
Nem todas essas histórias falam de mim.
Mas todas, de alguma forma, nasceram de dentro.
Seja bem-vindo.
As páginas seguintes não prometem respostas.
Apenas histórias.
E às vezes…
uma pequena fogueira acesa no escuro.
| Número de páginas | 344 |
| Edición | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabado | Tapa dura |
| Coloración | Colorido |
| Tipo de papel | Cream |
| Idioma | Portugués |
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