Cem anos atrás, um vírus sintético foi liberado globalmente através de produtos de consumo cotidiano.
O plano era simples: um extermínio em massa orquestrado por uma elite protegida em bunkers. Mas a biologia humana, temperada por décadas de vacinas e medicamentos, reagiu de forma imprevista.
O Convlvírus não apenas matou; ele se fundiu ao DNA, evoluindo para algo letal e incontrolável: o Idromonus.
O mundo agora pertence às "carcaças brancas" — criaturas cegas, movidas por uma raiva absoluta e pelo estalo de ossos que ecoa em cidades fantasmas.
No Brasil, os poucos sobreviventes se refugiaram nas profundezas do metrô de São Paulo, vivendo sob leis rígidas e a constante ameaça da extinção.
Nesse cenário de escuridão úmida, acompanhamos um narrador atormentado por um segredo impossível: ele está vivo há mais de um século.
Testemunha do colapso e da guerra nuclear que se seguiu, ele sobreviveu à superfície por décadas, desprezando a persistência humana enquanto luta contra a própria fome e o tempo.
Durante uma missão desesperada dos Coletores em busca de medicamentos, o silêncio das ruas é quebrado.
Um massacre em uma igreja deixa o protagonista à beira da morte, até que um estranho surge em meio à tempestade — um homem que desafia as regras da sobrevivência com uma moto, uma metralhadora e um sorriso enigmático.
Quem é esse salvador que parece não temer o apocalipse? E como o narrador conseguiu desafiar a morte por tanto tempo?
| Number of pages | 87 |
| Edition | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Binding | Paperback w/ flaps |
| Paper type | Estucado Mate 90g |
| Language | Portuguese |
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