Antigamente, guerras eram com espadas. Hoje, são decretos, tribunais e narrativas. O cenário segue medieval; os métodos apenas tornaram-se mais sutis.
O Mosteiro de San Veritas revela o que cronistas ocultam: nunca houve “era de ouro”, apenas teatro bem encenado.
Este romance exuma a podridão institucional que sustenta reinos. O poder emana de narrativas, não de armas. Almas são salvas por contratos, não por santos. Juízes são apenas coveiros sufocando a verdade sob latim pomposo. Para encontrar nobres virtuosos, apaixonados e finais felizes, procure a Disney.
Três tomos dissecam poder, fé e justiça como um legista: sem piedade ou mentiras reconfortantes.
Tomo I: O Rei cria tribunais para evitar o aço e descobre que procrastinar é decidir.
Tomo II: Peste e guerra devoram o reino. Sobreviventes choram mortos enquanto falsificam testamentos.
Tomo III: Segredos explodem gerações depois. Memória é governo; esquecimento é arma de Estado.
A Trilogia O Mosteiro de San Veritas oferece perguntas, não conforto. Se quer entender por que civilizações repetem erros, entre. Mas não sairá ileso. Isto não é ficção; é autópsia.
Este romance filosófico reconstroi o que Maquiavel insinuou, o que Nietzsche pressentiu: Não há governo sem teologia e nem teologia sem política, e o povo sempre paga dízimo a ambos.
| ISBN | 9786501910932 |
| Number of pages | 690 |
| Edition | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Binding | Paperback w/ flaps |
| Colour | Black & white |
| Paper type | Offset 80g |
| Language | Portuguese |
Have a complaint about this book? Send an email to [email protected]
login Review the book.