Autonomia Visual - Práticas de Artes Plásticas (2026), publicado pela Editora Clube dos Autores, é o oitavo livro do artista visual Marcelo Maria de Castro, amplamente conhecido sob o nome profissional de MMC Infinito. Esta obra funciona como um autêntico catálogo raisonné que celebra e coroa sua trajetória de 20 anos como aprendiz dedicados às artes visuais, sintetizando de forma madura o hibridismo entre o laboratório acadêmico, o ateliê artístico e a sala de aula. Diante de um ecossistema contemporâneo saturado por estímulos digitais e distração sistêmica, o livro surge não apenas como um manual técnico, mas como um manifesto ético, pedagógico e filosófico. Na primeira parte da obra, o autor constrói um denso enquadramento teórico sobre a psicologia e a metafísica das cores, além de destrinchar elementos fundamentais como a linha, a área e a mecânica volumétrica do chiaroscuro. Para estruturar essa alfabetização visual, Castro convoca as teorias fundamentais de Eva Heller, Josef Albers, Johannes Itten e Donis A. Dondis, aliando o rigor da investigação científica à erudição das artes plásticas. A sensibilidade poética da publicação expande-se sob as influências fenomenológicas de Gaston Bachelard e Rainer Maria Rilke. MMC Infinito propõe a arte como um "abismo luminoso", um espelho conceitual onde o observador é convidado a fundir-se com a imagem e a ver-se vendo, transformando o ato pictórico em um exercício de prece silenciosa e de soberania intelectual.
| Seitenanzahl | 145 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Einband | Taschenbuch ohne Klappen |
| Farbe | Farbig |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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