Vinte anos após uma guerra nuclear transformar o planeta em um inverno permanente, a civilização tornou-se apenas uma lembrança. As cidades foram reduzidas a ruínas, as antigas rodovias pertencem a saqueadores e pequenas comunidades lutam para sobreviver em meio à fome, ao frio e à violência.
Nesse cenário, Augusto Nogueira, um escritor e historiador, percorre as estradas devastadas do Espírito Santo carregando o bem mais precioso que lhe restou: um caderno onde registra a história daqueles que sobreviveram. Em um mundo onde livros perderam valor e o papel serve como combustível, escrever tornou-se um ato de resistência.
Ao encontrar Rafael, um homem experiente moldado pelos anos de guerra, Augusto é conduzido a uma comunidade nas montanhas, onde descobre que reconstruir uma sociedade exige muito mais do que garantir alimento e segurança. Entre alianças improváveis, conflitos internos, expedições perigosas e o surgimento de grupos que desejam impor sua própria ordem, o manuscrito passa a representar algo maior do que um simples diário: torna-se o último testemunho de uma humanidade que corre o risco de desaparecer para sempre.
Misturando aventura, suspense e reflexão, O Último Manuscrito é um romance sobre sobrevivência, memória e esperança, que convida o leitor a refletir sobre uma pergunta essencial: quando tudo se perde, o que realmente merece ser preservado?
| Seitenanzahl | 528 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Einband | Taschenbuch ohne Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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