Orlando Meireles morreu aos setenta e nove anos deixando três filhos, uma viúva, uma coleção de mapas antigos, um papagaio empalhado chamado Deputado e uma última instrução que ninguém consegue compreender.
Quando o testamento é aberto, Beatriz, Cláudio e Fernanda descobrem que a herança do pai não está nos bens que ele acumulou, mas nas pistas que espalhou ao longo de uma vida inteira. Um mapa anotado durante décadas. Uma carta enigmática. Um compartimento escondido que ninguém sabia que existia.
O que começa como inventário vira expedição pelo interior de Minas Gerais — e cada parada tira uma certeza e devolve uma pergunta. Há uma mulher chamada Generosa que a família jamais soube que existia. Há Binha, viúva de Orlando, que observa tudo com uma simplicidade desconcertante e nunca pergunta nada — porque talvez já saiba as respostas há muito mais tempo do que os filhos imaginam.
Entre brigas em posto de gasolina, humor à flor da pele e descobertas que ninguém pediu, os Meireles aprendem que herdar alguém também é herdar aquilo que essa pessoa nunca conseguiu dizer.
Uma história sobre memória, pertencimento e os mapas que carregamos sem saber — até que alguém morre e nos obriga a lê-los.
"O silêncio também é uma forma de herança."
| ISBN | 9786502122501 |
| Número de páginas | 277 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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