Existe uma pergunta que você nunca parou de fazer. Não em voz alta. Não necessariamente em palavras. Mas ela está lá — nas horas de silêncio involuntário, nos intervalos entre uma conquista e outra, nas madrugadas em que o sono não vem e algo mais fundo do que o cansaço permanece acordado. O que sou eu, fundamentalmente? Não o que você faz. Não o que possui. Não o papel que representa com tanta competência no teatro cotidiano da vida. Mas aquilo que é — antes do nome, antes da história, antes de qualquer identidade que alguém colocou sobre você antes que você soubesse recusar. Brahmakyron não responde esta pergunta. Faz algo mais radical: te conduz até o lugar de onde a resposta só pode vir de dentro.
Enraizado na tradição filosófica mais rigorosa e mais antiga que a humanidade produziu — o Vedanta —, este livro é uma jornada através dos princípios que sustentam toda existência. Não como teoria a ser memorizada, mas como investigação a ser vivida. Ao longo de dez capítulos, o leitor é convidado a questionar o que nunca questionou: a solidez do ego, a realidade do sofrimento, a natureza do amor, a estrutura da escolha, a fronteira entre si mesmo e o outro. Cada página é construída não para convencer, mas para desorientar — da forma específica que precede o reconhecimento. Porque o que este livro aponta não está no livro. Nunca esteve.
Você acredita que busca algo que ainda não tem. Brahmakyron suspeita de outra coisa: que você já é o que procura.
| Número de páginas | 194 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Ahuesado 80g |
| Idioma | Português |
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