Entre Letras e Versos não é sobre mim. É sobre o Maior Escritor.
Começo grato pelo pouco. Pelo pouco que Deus me deu, pelos poucos livros, pelos poucos inscritos. Porque aprendi que feliz pelo pouco é quem não deixa faltar nada. Nos dias maus, na fase ruim, quando Deus não atende a oração, eu continuo como Moisés: não sei falar, mas sei escrever.
No centro do livro está minha maior revelação: somos um só corpo. Israelitas e gentios, judeus e árabes são irmãos, ambos filhos de Abraão. A mesma promessa feita a Isaque foi feita a Ismael: "De ti farei uma grande nação". Vejo a mão de Deus em tudo, até num buriti.
O livro termina com o véu rasgado. Apocalipse não é fim, é Deus se revelando. Lua sangrando, trombeta soando, mas no final a recompensa é uma cidade de ouro onde não haverá mais mar nem pranto.
E porque Deus está até numa arquibancada, fecho com homenagens a quem me inspirou a não desistir: Van Dijk, Rogério Ceni e Cristiano Ronaldo. O mesmo Deus que levanta muro em Anfield, levanta o caído sete vezes.
Como no meu poema Jó: Eu não sou Jó, mas ainda que Ele me mate, nele confiarei.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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