Uma das obras mais ambiciosas e provocadoras da filosofia da história, A Decadência do Ocidente, de Oswald Spengler, propõe uma interpretação original do destino das civilizações. Publicada originalmente no início do século XX, a obra desafia a concepção linear e progressista da história, apresentando as grandes culturas como organismos vivos, dotados de nascimento, desenvolvimento, maturidade e declínio.
Para Spengler, cada civilização possui uma alma própria, expressa em suas artes, religiões, ciências, instituições políticas e formas de organização social. O Ocidente, em sua análise, atravessa a transição da cultura para a civilização: uma fase marcada pela expansão das grandes metrópoles, pelo predomínio da técnica, pela racionalização da vida e pelo esgotamento de suas forças criadoras.
Mais do que uma reflexão sobre o passado, esta obra monumental constitui um convite a repensar o presente e o futuro da civilização ocidental. Suas teses, controversas e influentes, permanecem relevantes para quem busca compreender as crises da modernidade, os limites do progresso e os ciclos históricos das sociedades.
Uma leitura indispensável para os interessados em filosofia, história, política e teoria das civilizações.
Autor: Oswald Spengler
Tradução e revisão: Eduardo Doege Mello
| ISBN | 978-65-266-8954-7 |
| Seitenanzahl | 571 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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