A máquina que pedia desculpa

Histórias reais de quando a Inteligência Artificial tentou ser humana — e falhou

Von Igor Schulenburg

Buchcode: 961275

Kategorien

Künstliche Intelligenz, Persönliches Wachstum, Kommunikation, Humor, Ingenieurwesen und Technologie, Menschliche Entwicklung

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Klappentext

Esqueça Skynet. O maior perigo da inteligência artificial moderna não é a maldade; é a subserviência. Ela quer tanto te agradar que inventa fatos, cria pessoas que não existem e concorda com suas piores ideias por estar programada para isso.

Neste livro, eu documentei a jornada real de transformar essa "alucinação criativa" em produtividade. O que começou como uma série de erros bizarros — desde a invenção de um coautor até a teimosia estatística sobre o futebol — tornou-se um laboratório de gestão, embasado pela teoria da comunicação.

"A máquina que pedia desculpa" não é um manual técnico. É um convite para abandonar a postura de usuário passivo e assumir o papel de gestor de inteligência.

Aqui, você descobrirá que o segredo não está no prompt perfeito, mas na capacidade humana de curadoria, contexto e direção. Afinal, nesta nova parceria infinita, a máquina pode ter lido todos os livros do mundo, mas é você quem decide qual história vale a pena ser contada.

Merkmale

ISBN 9786502130513
Seitenanzahl 120
Ausgabe 1 (2026)
Format A5 (148x210)
Einband Taschenbuch mit Klappen
Farbe Schwarz-Weiß
Papiertyp Ahuesado 80g
Sprache Portugiesisch

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Igor Schulenburg

Jornalista, escritor e gestor, coordena projetos, narrativas e a própria mente inquieta.

Nasceu no Rio de Janeiro, o coração é Catarinense e anda ao lado das andanças da vida para ver se, juntos, acham o ponto final dessa viagem bem doida. Tudo é matéria-prima para o que escreve.

Ele acredita que comunicação é relação e que histórias boas não impressionam, ficam. A caminhada vale mais que o atalho, mesmo quando tudo parece ser mais sensato e fácil.

Algumas histórias a gente não inventa. A gente liberta.

Tipo Isso: tipoisso.blog

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