Entre o mofo das paredes, os cigarros consumidos pela metade e a solidão que grita nas ruas esquecidas da cidade, esta obra reúne fragmentos de uma existência crua. Os textos, em prosa poética e narrativas curtas, compõem um mosaico de subjetividades esmagadas pelo cotidiano, onde a banalidade da dor e a beleza do colapso convivem lado a lado.
A “tragédia de morrer em si mesmo” não se refere à morte biológica, mas à morte simbólica e cotidiana que se instala pouco a pouco: quando não somos vistos, quando abandonamos nossos sonhos, quando viramos engrenagens de um mundo que não nos pertence. É uma morte que corrói em silêncio — invisível, mas presente.
| Seitenanzahl | 72 |
| Ausgabe | 1 (2025) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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