Muito antes de o açúcar de cana dominar o paladar global, os povos originários das Américas já possuíam um profundo conhecimento sobre o manejo e a biologia das abelhas sem ferrão. Na América Central, os maias cultivavam a Melipona beecheii, reverenciada como Xunan Kab, a senhora sagrada das abelhas. O mel não era apenas um alimento, mas uma medicina poderosa e um elemento central em cerimônias religiosas. No Brasil, a diversidade de povos indígenas espelhava a diversidade biológica do território. Eles nomearam a grande maioria das espécies que conhecemos hoje. Nomes como Jataí, Mandaçaia, Uruçu, Tiúba e Iraí não são meros rótulos ecológicos; são fragmentos de uma linguagem ancestral que descreve o comportamento, o habitat ou o produto de cada abelha.
| Seitenanzahl | 147 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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