Fantasmear não é um termo corrente no meio acadêmico; como tampouco o é, aliás, no português coloquial. Acho que o inventamos em nossas noites de quinta feira; bom, devo dizer, quinta e terça, quando, no currículo eletivo do curso de Cinema e Audiovisual, fazíamos nossa aula de Imagens e Narrativas Míticas.
Sem muita complicação, pensamos que nossos ancestrais estão mortos e que, se suas vozes continuam a ressoar em nossa imaginação, é porque são fantasmas. Assim, ao ato de imaginar, ancorados nas vozes fantasmais de nossa ancestralidade, chamamos de fantasmear, o que, de forma ativa, nos coloca no mundo da fantasia. Um mundo fantástico que é atual, pois imagina o presente orientado por sua própria trajetória, desde o passado ancestral, o tempo primordial, o “Erasse uma vez”, in illo tempore.
| ISBN | 9786598583903 |
| Seitenanzahl | 132 |
| Ausgabe | 1 (2024) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
Haben Sie Beschwerden über dieses Buch? Sende eine Email an [email protected]
Klicken Sie auf Anmeldung und hinterlassen Sie Ihren Kommentar zum Buch.