Na Grécia antiga, as pessoas que nasciam com alguma deficiência, eram jogadas do alto de um penhasco, sendo rotuladas como inapropriadas para viver em sociedade.
A luta das pessoas com deficiência é constante e ininterrupta.
Embora exista uma tentativa frustrante em fazer com que mais e mais pessoas sejam incentivadas a flexibilizar o seu olhar, compreendendo e respeitando as diferenças.
Sabemos que no Brasil, encontramos um tipo de preconceito que é velado. Poucos candidatos encorajam-se a vestir a camisa e lutar pela inclusão, por receio ou medo do confronto.
Existe aí então a necessidade de buscar o equilíbrio para que cada vez mais pessoas possam ressignificar o seu olhar mediante às pessoas com deficiência.
Atualmente vivemos uma onda de Capacitismo, aonde existe um menosprezo mediante as pessoas com deficiência e é essa ressignificação que necessitamos por em prática. Sempre reavaliando nosso modo de enxergá-las.
Uma pessoa com deficiência nunca deverá ser diminuída ou desqualificada. Nós precisamos evoluir nossa maneira de pensar sobre o outro e passar a adotar a ideia de que aquela pessoa é uma pessoa diferente do que costumamos encontrar.
Que possamos cada vez mais expandir nossa mente para reconsiderar novas formas de olhar para as pessoas com deficiência e que isso enfim, possa trazer cada vez mais inclusão para nosso planeta.
| Seitenanzahl | 90 |
| Ausgabe | 2 (2021) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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