Publicado de forma independente na Itália, Nua vendeu 20 mil cópias, passando de leitora para leitora, sem editora nem campanha publicitária.
Anna tem três filhos, dois casamentos no passado, uma carreira e um site de encontros onde escolhe homens como quem escolhe roupa: pra ocasião, nunca pra ficar. Um único critério, animal e infalível: o cheiro. Dois anos de controle absoluto, sem que nenhum homem deixasse uma marca, uma insônia ou um motivo pra olhar o celular duas vezes.
Até que conhece André, de vinte e quatro anos, e o que era pra ser um capricho vira a coisa mais verdadeira que já lhe aconteceu. Ele tem quase a idade do filho dela. Anna sabe que talvez não tenham futuro, mas, pela primeira vez, já não consegue se proteger do que sente.
Com um corpo que nunca parou de desejar e uma voz que não sabe mentir pra si mesma, Anna descobre que a coragem maior não é se despir — é se deixar ver. Que o sexo pode ser uma linguagem mais honesta do que as palavras. E que amar alguém de verdade significa aceitar não saber como vai terminar.
Um romance sobre o desejo feminino, a diferença de idade e o medo de ser vista por inteiro. Sobre a diferença entre prazer e amor, e o instante em que um vira o outro sem que você perceba. Explícito, doce, feroz — escrito com uma urgência que não dá trégua da primeira à última página.
Nua revela a dor e a alegria da liberdade.
Para quem acha que o próprio desejo é um erro.
| Seitenanzahl | 212 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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