Em uma época em que a tecnologia já não apenas auxilia, mas orienta escolhas, define prioridades e influencia percepções, esta obra propõe uma reflexão filosófica instigante sobre o lugar do algoritmo na vida contemporânea. Ao examinar como sistemas automatizados passaram a interferir no que vemos, no que desejamos, no que valorizamos e até no que consideramos justo, o livro revela como a técnica vem assumindo, de maneira silenciosa, um papel cada vez mais decisivo na organização da existência.
Sem recorrer a uma linguagem excessivamente técnica, a obra conduz o leitor por temas centrais do nosso tempo, como neutralidade algorítmica, personalização, vigilância, cálculo, automação do juízo, enfraquecimento da responsabilidade e limites da autonomia humana. A reflexão mostra que o problema não está apenas nas máquinas, mas na facilidade com que passamos a aceitar decisões prontas, substituindo discernimento por conveniência e pensamento por adaptação.
Com uma abordagem filosófica clara, crítica e envolvente, o livro convida o leitor a enxergar a tecnologia para além do fascínio da inovação. Mais do que uma análise sobre sistemas digitais, esta é uma obra sobre liberdade, responsabilidade, poder e consciência em uma era na qual o algoritmo deixa de ser simples ferramenta e começa a ocupar o lugar de promessa moral.
| Seitenanzahl | 184 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | Pocket (105x148) |
| Einband | Taschenbuch ohne Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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