O presente trabalho versa sobre as transformações que o ambiente prisional sofreu desde o seu surgimento, partindo das percepções dos estudiosos do tema no fim do século XX, até se chegar no modelo de prisão atualmente existente na sociedade brasileira. Desse modo, trata-se de uma pesquisa de cunho teórico que visa a captar como a literatura brasileira dialogou com os autores tradicionais da matéria, identificando as principais modificações ocorridas nesse modelo punitivo. Inicialmente, foram escolhidas as obras “Vigiar e punir - nascimento da prisão”, do filósofo francês Michel Foucault e “Manicômios, prisões e conventos”, do escritor canadense Erving Goffman para servirem de ponto de partida. Em suma, esses autores tratavam o ambiente prisional como um local que surge para disciplinar indivíduos, exercendo grande controle sobre eles por meio da organização do espaço e de seu isolamento do mundo externo. Em contrapartida, os autores brasileiros retratam um conjunto extenso de relações e fenômenos próprios que o cárcere adquiriu no Brasil, intensificado pelo advento das facções criminais. Portanto, ficou demonstrado que a prisão se afastou em larga escala de seu modelo inicial.
| ISBN | 9786502004067 |
| Seitenanzahl | 132 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Cream |
| Sprache | Portugiesisch |
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