Uma quadrilha em Belo Horizonte arma um golpe para explorar empresários em situação devedora junto a Pre-vidência. Forneciam guias de dívidas exorbitantes e uma procuradora boazinha intermediava um empréstimo com uma instituição bancaria, dando a hipoteca de sua firma como aval. Depois ela espalhava nos meios financeiros boatos que a firma estava na bancarrota e ia abrir pro-cesso de falência. A instituição financeira se assustava e ameaçava cobrar a dívida e com ajuda da procuradora era oferecido ao empresário a compra da hipoteca por um agiota com juros extorsivos, dando um prazo para ele resgatá-la e redigiam um acordo a titulo de crédito unilateral em favor do mutuante. Para que não houvesse desconfiança a papelada era guardada em um cofre de aluguel em bancos no entorno da capital.
Um grupo assaltava o banco e roubava tudo que havia no seu interior, inclusive no cofre onde estavam os papeis e o empresário não podia dar queixa a polícia para não se comprometer e ficava com o prejuízo.
A quadrilha deixava o prazo de vencimento se esgotar e executava a hipoteca, vendendo-a para outro e dava um cala boca para o empresário.
Uma dupla de policiais federais cai em campo e com ajuda de uma repórter deslindam a trama e leva a quadrilha à prisão.
| Seitenanzahl | 327 |
| Ausgabe | 1 (2011) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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