Em 1986, a terra tremeu em João Câmara (RN) e o Nordeste descobriu que também tinha terremotos. Um ano depois, um jovem mecânico de Natal, que nunca tinha ouvido falar em sismologia, entrou para o Laboratório Sismológico da UFRN. Quase quarenta anos mais tarde, ele havia instalado todas as redes sismográficas do laboratório e levado estações a praticamente todos os estados do Brasil.
Neste livro, Eduardo Menezes conta, com humor e sotaque nordestino, sua trajetória de técnico de campo: as estradas de terra do sertão, as campanhas com a Defesa Civil no Ceará, em Pernambuco, no Maranhão, no Piauí, em Sergipe e na Bahia, o trabalho nas Nações Unidas, em Viena, e as viagens de voadeira pelos rios do Acre e do Amazonas. Pelo caminho, mostra a evolução da sismologia brasileira, do sismógrafo de agulha em papel esfumaçado à transmissão digital via satélite, e revela o papel essencial, muitas vezes invisível, de quem trabalha no campo para que a ciência aconteça.
Ilustrado com caricaturas e fotografias do autor, o livro traz glossário, linha do tempo, orientações sobre o que fazer em caso de tremor e um guia para professores, sendo indicado também para escolas de ensino fundamental e médio.
| Seitenanzahl | 170 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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