O homem é marcado pelo signo da liberdade, não somos como os demais seres vivos, pré determinados pela natureza; ao transformá-la, estamos ao mesmo tempo transformando a nós mesmos, entendendo seus movimentos, sinais, ações e reações, estamos criando conhecimentos, agregando-os à cultura.
Saímos da situação de agentes passivos, das determinações naturais e alcançamos a situação de agentes ativos, de submetidos à natureza passamos a senhores dela.
Qual a relação entre homem e universo?
O homem seria o centro do universo, “a coroa da toda Criação divina(?)” ou partícula de pó insignificante, um mero incidente no universo?
O universo seria amistoso, inamistoso ou indiferente ao homem?
O homem segundo a visão evolucionista, estaria biológica e intelectualmente acabado?
Certamente tais questões nos convidam a uma reflexão hodierna e arrojada, sobre o homem primordial X o homem pós moderno que nos tornamos...
| Seitenanzahl | 92 |
| Ausgabe | 2 (2025) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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