O LIVRO DAS DORES

Da Academia Contagense de Letras

Von YENDIS ASOR SAID

Buchcode: 118067

Kategorien

Poesie, Nationale Literatur, Philosophie

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Klappentext

De longe eu vi um homem / Que parecia um mendigo/ De amor tinha fome /parecia-se comigo, esses são alguns dos milhares de versos de Yendis Asor Said, palíndromo de Sidney Rosa Dias, poeta radicado em Contagem, Minas Gerais.

Sua primeira aparição pública se deu durante o lançamento do chevrolet Meriva, na Concessionária Mac Chevrolet. Convidada para abrilhantar o momento, a Academia Contagense de Letras, a ACL, lá estava corporificada na presença de poetas, escritores, per¬formáticos e problemáticos, entretendo o momento com poesia e humor. Na época de sua aparição, o poeta já somava quatro pastas repletas de textos inéditos. Em 2002, passou a integrar os quadros da ACL e desde então sua simpatia ilustra o meio literário contagense.

Merkmale

Seitenanzahl 108
Ausgabe 1 (2011)
Format A5 (148x210)
Einband Taschenbuch mit Klappen
Farbe Schwarz-Weiß
Papiertyp Offset 80g
Sprache Portugiesisch

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YENDIS ASOR SAID

Sobre Yendis Asor Said

"De longe eu vi um homem... Que parecia um mendigo... 'De amor tinha fome, parecia-se comigo'": esses versos, que ressoam com a alma humana, são apenas uma amostra do vasto universo poético de Yendis Asor Said, palíndromo de Sidney Rosa Dias. Morador de Contagem, Minas Gerais, e carinhosamente chamado de "Nei" pela família, este gênio precoce nasceu em 16 de outubro de 1977.

Sua trajetória literária começou cedo, com colaborações para os jornais Folha de Contagem e Verdade de Contagem já aos treze anos. A influência da mãe, a simpática Sra. Iracema, no amor pela leitura e escrita é um elo tocante em sua formação. Aos quinze, fundou e presidiu o Raul Rock and Roll Fã Clube, demonstrando sua paixão e liderança juvenil. Sua primeira aparição pública no cenário literário ocorreu no lançamento do automóvel Meriva, onde a Academia Contagense de Letras, da qual se tornaria membro em 2002, já notava seu talento.

Com uma mente inquieta e um apetite voraz por conhecimento, Said mergulhou na filosofia dos pré-socráticos, Platão, Aristóteles, e em leituras dos principais livros sagrados, de textos de Camões e Bocage a Paulo Coelho, sempre em busca de verdades e questionamentos profundos. Sua literatura, que encanta pela linguagem envolvente e simbolista, convida o leitor a uma jornada de descobertas e imaginação. Além de sua prolífica carreira literária, Yendis Asor Said também compartilhou seu conhecimento prático, ministrando um curso de encadernação e confecção de livros no CEFORT Contagem MG, um testemunho de seu compromisso com a arte do livro em todas as suas formas.

Em 15 de novembro de 2020, fundou a AEL Academia Esmeraldense de Letras em Esmeraldas MG, consolidando seu legado e incentivando novos talentos. Sua paixão pelo fazer literário se estende para a produção: ele já produziu mais de 590 livretos de cordel e outras literaturas, e é responsável por mais de 50 livros artesanais de diversos escritores, tornando-se um verdadeiro guardião e divulgador da palavra.

Hoje, Yendis Asor Said celebra um marco notável com o lançamento de seu centésimo vigésimo segundo livro, solidificando sua posição como uma das vozes mais prolíficas e significativas da literatura brasileira. Sua dedicação à cultura e à palavra também foi reconhecida com o merecido título de Cidadão Honorário da cidade de Esmeraldas, Minas Gerais. De 131 publicações já catalogadas, sua obra principal, "Diário de um Louco", com trinta e cinco capítulos, continua a ser uma grande epopeia que narra uma saga individual com personagens de diversas tradições, musas e deusas. Os fascículos artesanais de seu trabalho, como "Satãna" e "O Castelo", já foram distribuídos em quinhentos exemplares cada, ecoando seu impacto e alcance.

A cada novo lançamento, Yendis Asor Said nos convida a adentrar sua "floresta de símbolos", prometendo uma experiência de leitura que, longe de entregar respostas prontas, nos ensina a formular as melhores perguntas.

***

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Kommentare

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3 Kommentare
Lecy
Sonntag | 11.12.2011 às 03h12
KKKKKKK
yendis
Freitag | 02.12.2011 às 17h12
não caro amigo, eu não conhedço esse luige de quem fala, e eu uso o nome de yendis desde oito anos. mas obrigado pelo comentário;
Almir de viera
Montag | 28.11.2011 às 00h11
KKK "Sidney Rosa Dias", tentou fazer um anagrama como de meu mestre Luigo, que coisa boba, infantil. Queria parecer um Tabibabaca com este nome? YENDIS ASOR SAID. Rosa kkk. Com este nome até eu iria querer um pseudônimo, mas não tentar um anagrama boçal destes.