“O Mundo Que Veio Depois” nasceu de uma pergunta simples:
o que aconteceria se a internet simplesmente deixasse de existir?
A ideia inicial era direta — cinco jovens hackers derrubam a malha digital global e precisam lidar com as consequências. Mas, à medida que a história se desenvolvia, ficou claro que o verdadeiro conflito não estava na tecnologia.
Estava nas estruturas.
O colapso da rede revelou algo maior: quem decide quais partes da sociedade merecem estabilidade? Quem define critérios de prioridade? O que é reconstrução — e o que é seleção?
O livro evoluiu junto com essas perguntas. O que começou como uma trama sobre tecnologia tornou-se uma narrativa sobre poder, pertencimento e responsabilidade coletiva. Não se trata de vilões e heróis, mas de escolhas. Não é sobre destruir um sistema, mas sobre entender que todo sistema carrega uma arquitetura invisível.
Ambientado em 2053, o romance utiliza o futuro como lente para discutir questões que atravessam qualquer época: organização social, desigualdade estrutural, legitimidade política e o impacto das decisões individuais no destino coletivo.
“O Mundo Que Veio Depois” é, acima de tudo, uma reflexão sobre o que acontece quando percebemos que o mundo em que vivemos não é inevitável — é construído.
E, se é construído, pode ser questionado.
| Seitenanzahl | 489 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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