Em 1976, o autor deste trabalho iniciou seu curso de mestrado em Environmental Science and Engineering, em Houston, Texas. Naquela época, o Brasil contava com pouquíssimas estações de tratamento de esgoto. Foi durante uma visita a uma ETE em Houston, junto com colegas, que ele pôde conhecer de perto o processo de tratamento de esgoto.
E que processo! A transparência do efluente final em nada lembrava o esgoto que entrava na estação, o que o levou a perguntar a um colega doutorando: – Para onde vai o efluente da ETE? – É lançado no ribeirão – respondeu o colega. – Por que não o encaminhar à estação de tratamento de água? – insistiu. A resposta não o convenceu: – As pessoas da classe A jamais aceitariam consumir água que foi esgoto.
Décadas mais tarde, era engenheiro da COPASA e, ao tomar conhecimento do tratamento terciário realizado na ETE Ibirité, o autor questionou sobre a possibilidade de se completar o processo, transformando o efluente da ETE em água potável. A resposta foi direta: o destino do efluente da ETE é o processo industrial da REGAP.
É necessário tratamento tão sofisticado para lançar água na dessalgadora de petróleo? Não será mais sensato a REGAP reutilizar seu efluente e liberar o efluente da ETE Ibirité para ser potabilizado?
O livro tem essa proposta técnica, mas tem também a parte literária: o relato de como o autor conseguiu que a REGAP deixasse de buscar água para consumo humano em uma represa poluída e passasse a usar água de poços artesianos.
| Seitenanzahl | 106 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
Haben Sie Beschwerden über dieses Buch? Sende eine Email an [email protected]
Klicken Sie auf Anmeldung und hinterlassen Sie Ihren Kommentar zum Buch.