A crescente preocupação com a saúde mental no ambiente de trabalho evidencia a necessidade de discutir os impactos jurídicos e sociais do adoecimento ocupacional. Nesse contexto, a Síndrome de Burnout destaca-se como uma condição relacionada ao estresse crônico no trabalho, capaz de comprometer a saúde, a dignidade e a qualidade de vida do trabalhador.
Embora o ordenamento jurídico brasileiro assegure a proteção à saúde e à integridade do trabalhador, o reconhecimento e a reparação dos danos decorrentes do esgotamento profissional ainda apresentam importantes desafios, especialmente no que se refere à comprovação do nexo causal e à caracterização do dano moral.
Diante desse cenário, a presente obra propõe uma reflexão sobre a Síndrome de Burnout nas relações trabalhistas, examinando seus impactos e os fundamentos jurídicos que podem justificar a responsabilização do empregador e a consequente reparação dos danos sofridos pelo trabalhador.
A partir dessa análise, busca-se compreender em quais circunstâncias o esgotamento profissional pode configurar dano moral indenizável, contribuindo para o debate sobre a efetividade da proteção jurídica à saúde mental no ambiente de trabalho.
| ISBN | 9786500655544 |
| Número de páginas | 25 |
| Edição | 1 (2023) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Colorido |
| Tipo de papel | Offset 80g |
| Idioma | Português |
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