Por que a mente humana prefere a ficção de uma ordem inventada ao peso da pura casualidade?
Por que buscamos sinais do destino em coincidências do dia a dia? Por que vestimos uma camisa acreditando que ela pode mudar o resultado de um jogo? Como pessoas inteligentes acabam presas a promessas de gurus, esquemas de day trade ou à obsessão pela alta performance?
A resposta talvez não esteja na falta de inteligência, mas na própria arquitetura da mente humana. Somos descendentes de primatas que sobreviveram por detectar padrões onde havia apenas ruído. A evolução moldou um cérebro preparado para enxergar intenção, propósito e significado mesmo diante do acaso.
Em A Arquitetura do Autoengano, Bruno Rodrigues Gonçalves apresenta o Modelo MAA para revelar como superstições, crenças, narrativas, mercados e ideologias nascem da mesma necessidade profundamente humana: transformar a incerteza em uma história que faça sentido.
Unindo psicologia evolutiva, ciência da decisão, neurociência, economia comportamental e estoicismo, o autor conduz o leitor por uma jornada que vai das ilusões cotidianas às estruturas sociais que prosperam explorando nossa busca por certezas.
Este não é um livro sobre eliminar ilusões. É um convite para compreender por que elas existem, quando nos protegem e quando passam a nos controlar. Porque a verdadeira liberdade nasce da coragem de pensar com lucidez diante da incerteza.
| Seitenanzahl | 101 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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