O que uma cena de crime realmente diz?
Séries, manchetes e documentários nos ensinaram a olhar para o sangue, para os ferimentos e para o número de vítimas e enxergar ali o retrato do criminoso. Este tratado defende o oposto: a superfície engana, e muitos dos erros mais graves da investigação nascem da confiança excessiva no que os olhos registram.
O autor reúne criminologia comportamental, neurociência, psicologia forense e Direito Penal para mostrar por que cenas idênticas podem nascer de mentes opostas, por que a maioria dos desmembramentos é defensiva e não ritualística, e por que o "monstro indetectável" é, em grande parte, um mito alimentado por falhas do sistema. O livro examina com igual franqueza os vieses de quem investiga, os limites do perfil criminal e os perigos de usar a neuroimagem como prova.
Mais do que catalogar tipos de agressores, a obra propõe um método: formular hipóteses concorrentes, subir a escada de inferência degrau por degrau e reconhecer onde a ciência termina. Percorre desde o feminicídio e a violência organizada até a avaliação de risco, a perícia no processo penal brasileiro e a prevenção baseada em evidências.
Para quem investiga, julga, defende, avalia ou simplesmente quer entender a violência sem ilusões.
| ISBN | 9786502454084 |
| Seitenanzahl | 241 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Estucado Mate 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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