E se grande parte daquilo que chamamos de progresso tivesse nascido de uma escolha que jamais deveria ter sido feita?
Cidades Nunca Deveriam Ter Existido — O Preço Foi Alto Demais parte dessa provocação: talvez tenhamos confundido civilização com concentração, conforto com dependência e desenvolvimento com a destruição das condições que tornavam a vida humana livre.
Este livro questiona a cidade não como símbolo inevitável de progresso, mas como uma estrutura que comprime o espaço, reduz a autonomia, padroniza paisagens, fragmenta comunidades e transforma necessidades básicas em mercadorias. O homem urbano trabalha para sustentar o sistema do qual depende, cercado por pessoas e cada vez mais distante da terra, do silêncio e da própria autonomia.
Talvez tenhamos construído uma civilização extremamente eficiente para produzir quase tudo, exceto aquilo de que o homem realmente precisava: espaço para viver, tempo para existir e liberdade para não depender de tudo aquilo que ela própria criou.
| Seitenanzahl | 106 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A4 (210x297) |
| Einband | Taschenbuch ohne Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Estucado Mate 150g |
| Sprache | Portugiesisch |
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