Haicai, nome que deriva de dois termos: “hai” — brincadeira — e “kai” — harmonia. Haicai: a arte japonesa de dizer muito com pouco.
Sabe aquele momento em que o anonimato dá lugar à exposição das palavras que foram guardadas para o momento mais importante de sua vida, e agora o silêncio não lhe serve mais de morada? O recanto onde antes se abrigava toda admiração e reverência não é mais latente diante da egrégia presença tua, nobre Poetisa Laine Bottaro. O convite em prefaciar uma das maiores obras literárias da sua carreira poética é, com toda certeza, um convite também ao imenso regozijo de sua materialização. Haicai é uma das formas poéticas mais concisas da literatura; por esta estrutura breve e bela, faz uso do necessário — como alguém aparentemente breve no falar, mas que ao se expressar fala a coisa certa. Me lembra o que dizem os antigos: “falou pouco, mas falou bonito”.
Em sua síntese de palavras excepcionalmente seletas, cada blocagem poética é melodia da alma e para a alma, fazendo retornar o riso, o aceite ao convite do refletir na beleza da vida, do agora, da majestosa Natureza e seu Grandioso Criador. O livro é, sem dúvida alguma, como mencionado pela renomada Autora Laine Bottaro na sua capa com a digníssima frase: Haicais d'Alma — A poesia da alma na sua essência mais pura.
| Seitenanzahl | 303 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | Pocket (105x148) |
| Einband | Taschenbuch ohne Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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