Horizonte Atlântico percorre o oceano como o corredor por onde passavam navios, homens e notícias: os corsários e piratas franceses, o açúcar que trocou São Tomé pelo Brasil e, sobretudo, os rebeldes dos Países Baixos que fizeram do mar uma arma de guerra. Em maio de 1624, vinte e seis navios da Companhia das Índias Ocidentais surgiram diante da Baía de Todos os Santos. Em menos de dois dias, Salvador, a capital do Brasil português, caiu nas mãos de acionistas neerlandeses, e o governador-geral foi levado prisioneiro a bordo. No Recôncavo, a resistência luso-brasileira respondeu com emboscadas, até que, em 1625, a maior frota até então reunida para uma operação colonial atravessou o Atlântico para retomar a cidade.
Construído a partir de um dos eixos da pesquisa da autora, o livro é uma narrativa em terceira pessoa, com elipses temporais, sobre uma época em que comércio, fé e guerra navegavam de mãos dadas. Assim, o Brasil se tornou peça cobiçada no jogo de poder entre as potências marítimas do século XVII.
| ISBN | 9786502262672 |
| Seitenanzahl | 84 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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