Uma teoria deve poder perder. Partindo dessa exigência, Deivede Eder Ferreira apresenta a edição crítica e ampliada da teoria da morte fantasmática: uma hipótese psicanalítica sobre as formas recorrentes pelas quais certos sujeitos organizam desaparecimentos simbólicos, rupturas, apagamentos, riscos e fantasias de reconhecimento póstumo.
Em diálogo rigoroso com Freud, Lacan, Laplanche, André Green, Winnicott e autores contemporâneos, o livro distingue fantasia inconsciente, pulsão de morte, repetição, acting out, passagem ao ato e contingência. A proposta não pretende prever a morte nem transformar acidentes em “suicídios inconscientes”; investiga como uma gramática de ausência pode aparecer nos vínculos, na transferência, no corpo, no trabalho e no universo digital.
Oito configurações clínicas, casos públicos, laboratórios de supervisão, objeções críticas, intervenções de baixa saturação e protocolos éticos submetem a hipótese a seus próprios limites. O resultado é uma obra de fôlego para psicanalistas, psicólogos, filósofos, estudantes e pesquisadores interessados em uma clínica contemporânea capaz de escutar o desaparecimento sem convertê-lo em destino.
| ISBN | 978-65-266-8414-6 |
| Seitenanzahl | 240 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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