Há perguntas que a gente nunca conseguiu largar. O que havia antes de haver qualquer coisa? Por que existe algo em vez de nada? O que somos nós, capazes de formular perguntas assim, dentro de um universo gigantesco e calado?
Motus Sapientiae é uma travessia em sete movimentos, do silêncio anterior ao primeiro instante até o chão onde você pisa agora. O livro encosta duas linguagens que quase nunca se falam — a da física moderna e a da antiga cosmologia gnóstica — e lê o que se acende entre elas. Buracos negros e buracos brancos conversam com mitos de criação; a entropia e a seta do tempo caminham ao lado da queda da alma; Sócrates, Espinosa, Kant, Nietzsche, os estoicos e Camus sentam à mesma mesa para julgar de onde vêm os nossos valores.
Não é um livro de respostas prontas. É um convite a acordar — a perceber que a maior descoberta que espera por você não está no começo do universo, mas no fundo de você mesmo. Escrito por alguém que veio de uma vida comum e nunca aceitou a porta fechada, é um ensaio filosófico que pergunta ao seu lado, sem pompa e sem pressa.
O movimento continua depois da última página. O portão fica aberto.
| ISBN | 978-65-266-8379-8 |
| Seitenanzahl | 412 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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