Por que os juros são tão altos no Brasil?
Foi dessa pergunta aparentemente econômica que nasceu O Ciclo Perverso. Mas ela era apenas a primeira peça de uma engrenagem muito maior.
Ao longo de 12 capítulos, o livro conecta consumo, produção, gasto público, dívida, juros, privilégios, incentivos, trabalho, comportamento e poder para propor uma reflexão provocadora: e se muitos dos problemas que tratamos isoladamente forem partes de um ciclo que se alimenta das próprias consequências?
A obra não procura culpados fáceis nem propõe conspirações. Todos estamos inseridos no ciclo e podemos, em alguma medida, realimentá-lo. Mas nem todos possuem o mesmo poder sobre suas engrenagens — e, portanto, as responsabilidades não são iguais.
O Estado e seus governantes assumem papel central, não necessariamente por terem criado o ciclo, mas pela capacidade de estabelecer regras, criar incentivos, preservar privilégios e também iniciar rupturas.
O leitor começa como observador e, pouco a pouco, passa a reconhecer a si próprio dentro dessa engrenagem — sem culpa indevida, mas com responsabilidade depois de compreendê-la.
E é então que o voto surge não como solução, mas como possível início da mudança.
O Ciclo Perverso não oferece respostas fáceis. Faz algo talvez mais importante:
coloca perguntas na cabeça do leitor e o convida a encontrar suas próprias respostas.
| Seitenanzahl | 80 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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