🔥 E SE CONSEGUÍSSEMOS PRENDER O DIABO — E O MAL CONTINUASSE ACONTECENDO?
Aconteceu no Ceará...
Ninguém estava tentando capturá-lo. Era apenas um experimento científico. Uma máquina. Um laboratório. Uma anomalia impossível. Até que alguma coisa entrou. Ou alguém.
Ele parecia humano. Falava como um homem. Tinha memória, ironia e uma desconcertante predileção por advogados. Disse ter muitos nomes. Um deles atravessava séculos: Diabo.
Pela primeira vez, a humanidade acredita ter diante de si aquele a quem atribuiu guerras, crimes, tentações, traições e algumas de suas piores escolhas.
Só existe um problema: ele está preso.
E, lá fora, pessoas continuam mentindo, roubando, matando, traindo, manipulando e escolhendo.
Então surge uma pergunta mais perigosa do que descobrir se o Diabo existe: quanto daquilo que fizemos era realmente culpa dele?
O que começa como descoberta científica transforma-se em investigação e crise. Ciência, Direito, religião, mídia e poder querem respostas. Samuel prefere as perguntas.
Quando antigas acusações são confrontadas com fatos, documentos, testemunhos e memórias, surge uma possibilidade incômoda: talvez algumas coisas colocadas na conta do Diabo nunca tenham pertencido a ele.
Mas isso não significa que seja inocente.
Talvez tenhamos apenas de descobrir de quem era a culpa.
O DIA QUE PRENDERAM O DIABO é um romance sobre culpa, livre-arbítrio, memória, prova e responsabilidade.
O Diabo já está preso.
Agora falta descobrir o que fazer com o resto.
| Seitenanzahl | 678 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 90g |
| Sprache | Portugiesisch |
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