Uma narrativa sensível sobre identidade, ancestralidade, memória e resistência do povo indígena Munduruku, inspirada nas vivências, na oralidade e na história de um povo que aprendeu a resistir mesmo nos tempos de silêncio.
Este livro é uma crônica de memória e pertencimento, construída a partir das palavras dos mais velhos, da relação profunda com a terra, com o rio e com a floresta, revelando a jornada de reconhecimento de uma identidade que nunca deixou de existir.
Mais do que contar uma história, esta obra afirma uma verdade:
um povo pode ser afastado, mas nunca apagado.
Entre lembranças, ancestralidade, retorno às raízes e resistência coletiva, O Sangue que a Floresta Reconhece é um convite à escuta, ao respeito e ao reconhecimento dos povos originários.
Porque quando os homens esquecem, a floresta lembra.
E quando a memória desperta, a história continua.
Michel Ferreira Araújo
Escritor | Pesquisador | Filho da memória ancestral Munduruku
| Seitenanzahl | 49 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Offset 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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