Atribuir aos outros a responsabilidade por nossos fracassos é uma prática que remonta ao início da criação. É evidente que sentimos vergonha diante da derrota e tememos o julgamento e a condenação. Esse foi, de fato, o sentimento experimentado por Adão e Eva no Éden. Eles não demonstraram a dignidade do rei Davi, pois não reconheceram seus erros; Adão culpou a mulher, esta por sua vez, responsabilizou a serpente, e assim, continuamos a trilhar esse mesmo caminho, atribuindo nossos equívocos a Satanás. A postura predominante na sociedade e entre os cristãos é a de evitar a responsabilização: "não sou eu, não tenho culpa." Dessa forma, persistimos em culpar o próximo, as circunstâncias, a carência de recursos, a genética e até mesmo a serpente ancestral. É necessário que cada um reconheça sua própria culpa, assuma a responsabilidade por suas ações e evite viver acusando o acusador, pois este nunca cometeria as atrocidades que a humanidade é capaz de perpetrar. Se tudo é influenciado por Lúcifer, quem teria sido a sua influência para se rebelar contra Deus? Quem provocou a decisão de Deus em afogar a geração de Noé ou em incinerar os habitantes de Sodoma e Gomorra? A quem devemos atribuir a culpa por nosso comportamento maligno?
| ISBN | 9788592118600 |
| Seitenanzahl | 177 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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