Uma leitura psicanalítica sobre identidade, pertencimento, perdas, propósito e saúde emocional na segunda metade da vida
Estamos diante da maior transformação demográfica da história da humanidade e quase ninguém está preparado para ela. Em poucas décadas, seremos a primeira geração a viver, em massa, mais de 80 anos. Mas viver mais não significa viver melhor.
Este livro nasce de mais de duas décadas de escuta clínica para responder a uma pergunta que atravessa milhões de famílias: por que envelhecer dói tanto, mesmo quando não falta saúde, dinheiro ou cuidado?
A resposta não está apenas no corpo. Está na identidade que se dissolve quando a profissão acaba, no luto silencioso das perdas que ninguém nomeia, na solidão que cresce mesmo cercada de gente, no medo de se tornar um peso, e no preconceito etário que ninguém admite ter.
Com base psicanalítica. Freud, Winnicott, Erikson, Klein, Jung e dados reais de OMS, ONU, IBGE e Ministério da Saúde, esta obra fala com quem envelhece, com filhos que não sabem como se aproximar, com netos, cuidadores e profissionais de saúde.
Porque envelhecer não precisa ser sinônimo de decadência. Pode ser reorganização, autenticidade e propósito.
Ninguém nos ensinou a envelhecer. Mas ainda dá tempo de aprender.
| Seitenanzahl | 296 |
| Ausgabe | 1 (2026) |
| Format | A5 (148x210) |
| Einband | Taschenbuch mit Klappen |
| Farbe | Schwarz-Weiß |
| Papiertyp | Ahuesado 80g |
| Sprache | Portugiesisch |
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