Durante o início da Reforma, o aconselhamento das almas e a resolução de dilemas morais ainda dependiam fortemente de pesados e legalistas manuais da Idade Média. O teólogo puritano William Ames ilustra a urgência e a importância desta publicação original de Perkins usando uma contundente imagem do Antigo Testamento, afirmando ser sua preferência que "'os filhos de Israel não precisassem ir até os filisteus (isto é, aos autores papistas) para afiar cada homem sua parte – seu Mattocke, seu machado, ou seu Hooke, seu ciscador – como caiu na extrema necessidade do povo de Deus'". Foi exatamente "Para preencher esta lacuna, William Perkins, o pai do puritanismo, escreveu o primeiro exercício de casuística protestante e, com este trabalho, nasceu a casuística puritana".
Ao contrário da teologia medieval que entregava um catálogo engessado de pecados e respostas mecânicas, o historiador Ian Breward utiliza uma brilhante ilustração náutica para definir este trabalho: "Perkins produziu uma bússola, não um mapa, e procurou trazer homens face a face com Deus, devidamente preparados e equipados para realizar cumpriu suas ordens de maneira a fazer justiça ao seu dever de eles mesmos, Deus e seus semelhantes".
| Number of Pages | 437 |
| Edition | 1 (2026) |
| Format | 16x23 (160x230) |
| Binding | Paperback with Flaps |
| Color | Black and White |
| Paper Type | Offset 80g |
| Language | Portuguese |
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