Quando Marie de Rabutin-Chantal, conhecida como Madame de Sévigné, escrevia à sua filha, Madame de Grignan, talvez não imaginasse que suas cartas se tornariam uma das mais belas heranças da literatura francesa. Em cada linha transbordam não apenas o amor de mãe, mas também a fineza de espírito, a sutileza da observação e a profundidade dos sentimentos humanos.
Com simplicidade e elegância, ela eternizou o poder da carta como gesto de amor — escrito, vivido e ofertado. Como dizia, com ternura: “Je n’ai jamais rien tant aimé que vous.”
("Nunca amei nada tanto quanto a você.")
Inspirado nessa tradição epistolar, nasce Cartas que escrevi. Esta obra reúne vozes diversas que, como Sévigné, escrevem não apenas para comunicar, mas para tocar. São cartas destinadas a filhos, pais, amores, amigos, ao passado, ao futuro ou a si mesmos — confidências que atravessam o papel e chegam ao coração.
Algumas palavras ficam guardadas por anos. Outras atravessam o tempo seladas em envelopes que nunca chegaram ao destino. Há cartas escritas em segredo, com lágrimas, saudade, amor, coragem ou silêncio. E há também aquelas que nunca foram enviadas, mas continuam vivas dentro de quem as escreveu.
Cada carta aqui é uma semente lançada no tempo. Um testemunho íntimo transformado em memória coletiva.
| ISBN | 9786501798592 |
| Number of Pages | 150 |
| Edition | 1 (2025) |
| Format | A5 (148x210) |
| Binding | Paperback with Flaps |
| Color | Colored |
| Paper Type | Uncoated offset 90g |
| Language | Portuguese |
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