A Cartografia nesta obra, não foi entendida apenas da perspectiva da epistemologia dominante do positivismo científico, e sim a lidamos como uma linguagem gráfica enraizada na teoria social, assim como Harley (1989) comenta. Esta concepção proposta por Harley (1989) também vai ser adotada por Taylor (1991, p.3): “A cartografia precisa ser considerada no seu contexto social, o qual, por definição, é culturalmente específico e muda no tempo e no espaço”.
| Number of Pages | 270 |
| Edition | 1 (2015) |
| Format | A5 (148x210) |
| Binding | Paperback with Flaps |
| Color | Black and White |
| Paper Type | Offset 80g |
| Language | Portuguese |
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