A morte de Jesus de Nazaré na cruz é o acontecimento mais marcante do Ocidente cristão e um dos fatos mais documentados da Antiguidade. Mas e se a narrativa que moldou os últimos dois milênios não for a única resposta?
O Alcorão Sagrado afirma categoricamente que Jesus — conhecido em árabe como Isa ibn Maryam — não foi morto nem crucificado, mas sim que “isso lhes foi simulado”. Essa semente textual deu origem à intrigante Hipótese da Substituição: a crença de que outra pessoa, dotada milagrosamente com as feições do Messias, assumiu o seu lugar no Gólgota.
Esta obra mergulha sem preconceitos no coração desse mistério milenar. Combinando rigor acadêmico, erudição teológica e respeito ecumênico, este livro funciona como um verdadeiro painel investigativo que analisa:
As Fontes Sagradas: Como os grandes comentadores do Islã clássico debateram a mecânica da ilusão divina e as teorias de um substituto voluntário.
A Tese de Judas: A impressionante tradição punitiva que aponta Judas Iscariotes como o homem que sofreu na cruz o destino que planejara para seu mestre.
O Tribunal da História: O contraponto metodológico da historiografia secular moderna e os critérios que atestam a crucificação real no ano 30 d.C.
O Retorno do Messias: O papel apocalíptico de Jesus na escatologia islâmica, que prevê sua descida nos céus de Damasco para derrotar o falso messias (Dajjal).
A Rota da Caxemira: A audaciosa leitura da comunidade Ahmadiyya, que defende que Jesus sobreviveu à cruz e etc.
| Number of Pages | 87 |
| Edition | 1 (2026) |
| Language | Portuguese |
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